Ruth Bader Ginsburg
político · EUA
Patrimônio estimado: R$ 30 milhões
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Ruth Bader Ginsburg segue em evidência cultural mesmo após sua morte: cinebiografia e retratos na mídia continuam a alimentrar debates sobre seu legado e a inspirar novas produções e matérias.
Vida Resumida
Ruth Bader Ginsburg nasceu no Brooklyn em 1933 e se transformou de uma estudante brilhante em uma das figuras jurídicas mais icônicas do século XX. Formada em direito por Columbia (após iniciar em Harvard), construiu uma carreira pioneira lutando contra a discriminação de gênero e ajudou a fundar o projeto de direitos das mulheres da ACLU. Em 1993 foi indicada pelo presidente Bill Clinton e virou juíza associada da Suprema Corte dos EUA, cargo que ocupou até sua morte em 2020.
Fora dos tribunais, RBG virou fenômeno pop: a tal ‘Notorious RBG’ virou símbolo de resistência, com livros, documentários, camisetas e até seguidores devotos. Respeitada tanto por quem concordava quanto por quem discordava, ela deixou um legado jurídico e cultural que continua a repercutir globalmente.
Como Ficou Famoso
A fama de Ruth veio de sua habilidade de combinar estratégia legal e ativismo. Antes da Corte Suprema, ela ganhou notoriedade ao litigiar casos que desmontavam leis que discriminavam mulheres, mostrando que a desigualdade de gênero prejudica tanto mulheres quanto homens. Seu trabalho na ACLU e vitórias em tribunais abriram caminho para maior visibilidade pública.
Quando foi nomeada para a Suprema Corte, sua carreira já era respeitada entre juristas — mas foi no tribunal que se consolidou como ícone público. Seus votos, dissensos eloquentes e estilo discreto (os famosos jabots) transformaram-na numa figura reconhecível até fora do mundo jurídico, fazendo com que sua imagem cruzasse fronteiras e gerasse um fenômeno cultural.
Rotina do Famoso
Ruth era conhecida por uma disciplina quase militar: rotina de trabalho intensa, leitura minuciosa de processos e preparação detalhada para audiências. Mesmo com avanços da idade, manteve o hábito de se dedicar longas horas aos casos e à pesquisa jurídica, sempre procurando argumentos precisos e elegantes.
Fora do trabalho, gostava de música clássica e ópera, mantinha hábitos saudáveis e era famosa por seus pequenos rituais de estilo — em especial os colarinhos que usava para marcar votos e dissensos. A mistura de rigor intelectual com gostos pessoais bem definidos ajudou a cimentar a imagem pública que a tornou tão admirada.
Amores e Tretas
Ruth Bader Ginsburg foi casada com Martin D. Ginsburg em 1954 — um casamento que virou parceria de vida e de carreira. Eles tiveram uma filha, Jane, e Martin, advogado tributarista, foi um grande apoio nas fases em que Ruth enfrentou discriminação e doenças; a cumplicidade do casal virou lenda entre quem acompanha a trajetória dela.
Fora desse núcleo familiar, não há históricos de romances escandalosos ou relacionamentos públicos além do casamento com Martin. A vida amorosa de RBG sempre esteve em segundo plano diante da sua carreira jurídica e do papel público que ela assumiu como símbolo da luta pelos direitos das mulheres.
Quanto tem na conta?
💰 Fortuna estimada: R$ 30 milhões
Ruth Bader Ginsburg acumulou patrimônio ao longo de uma carreira longa como advogada, professora universitária e juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos. A maior parte de sua fortuna provinha de salários públicos, pagamentos por palestras, royalties de livros e investimentos modestos feitos ao longo das décadas; ao falecer deixou um espólio que reflete essa trajetória profissional sólida.
O patrimônio foi administrado e destinado aos herdeiros e a instituições alinhadas com seus interesses jurídicos e educacionais — entre os herdeiros estão seus dois filhos, Jane C. Ginsburg e James S. Ginsburg. O estilo de vida associado a esse nível de fortuna era discreto e focado em trabalho intelectual e filantropia, condizente com quem construiu reputação pública …
O que tá pegando agora
Mesmo após sua morte em 2020, Ruth Bader Ginsburg segue gerando notícia: cinebiografias, documentários, exposições em museus e peças teatrais continuam renovando sua imagem para novas gerações. Atrizes como Felicity Jones já a interpretaram em produções que ressuscitam episódios da sua vida e da sua luta pelos direitos das mulheres.
Na política e no judiciário, o legado de RBG permanece central em debates sobre direitos civis, igualdade de gênero e a composição da Suprema Corte dos EUA. Suas opiniões e dissensos são frequentemente citados em universidades, conferências e na mídia, mantendo-a como referência constante no noticiário internacional.
Fatos Curiosos
1. Nasceu em 15 de março de 1933 no Brooklyn, Nova York.
2. Foi a segunda mulher a ser confirmada na Suprema Corte dos EUA, depois de Sandra Day O'Connor.
3. Casou-se com Martin D. Ginsburg em 1954; juntos tiveram uma filha, Jane.
4. Antes de chegar à Suprema Corte, fundou e atuou no projeto de direitos das mulheres da ACLU, litigando casos que mudaram a jurisprudência sobre igualdade de gênero.
5. Ganhou o apelido icônico de "Notorious RBG" — um trocadilho com o rapper Notorious B.I.G. — e virou fenômeno pop, com camisetas, colarinhos e memes.
6. Foi indicada pelo presidente Bill Clinton e empossada como juíza associada em 10 de agosto de 1993.
7. Morreu em 18 de setembro de 2020, mas seu trabalho e suas opiniões continuam sendo estudados e celebrados globalmente.