Ratan Naval Tata
empresário · Índia
Patrimônio estimado: R$ 3,4 bilhões
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Morreu em 9 de outubro de 2024; após a morte, notícias sobre a herança milionária — incluindo relatos de doações a funcionários e até um cachorro — viralizaram nas redes e na imprensa.
Vida Resumida
Ratan Tata foi o patriarca industrial que praticamente moldou o Tata Group moderno. Nascido em Bombaim em 1937, estudou arquitetura em Cornell e fez carreira dentro da empresa da família desde os anos 60, subindo na base do suor e de cargos operacionais em fábricas como Tata Steel e NELCO. Ele se tornou chairman do grupo em 1991 e ficou à frente até 2012, voltando como interino em 2016–2017.
Além de chefão de conglomerado, Ratan ficou conhecido por sua postura filantrópica: presidiu os Tata Trusts, que direcionam grande parte dos lucros do grupo para saúde, educação e programas sociais. Seu legado mistura aquisições globais ambiciosas, projetos populares — como o controverso Tata Nano — e uma fama de integridade que o tornou uma figura pública respeitada mundo afora até sua morte em outub…
Como Ficou Famoso
A fama de Ratan Tata veio com a transformação do Tata Group numa potência global. Nos anos 2000 ele liderou aquisições de grande impacto — Tetley, Jaguar e Land Rover, e a gigante Corus — que colocaram a marca Tata no mapa internacional. Essas jogadas arriscadas ampliaram a receita global do grupo a patamares antes inimagináveis e fizeram dele um nome conhecido fora da Índia.
Também houve capítulos que deram pano pra fofoca: o projeto do Tata Nano foi visto como uma ideia romântica de carro popular, mas encontrou problemas de mercado e imagem; as grandes compras europeias, por sua vez, renderam críticas sobre dívida e integração. Mesmo assim, seu estilo discreto, aliado a campanhas de filantropia, manteve sua imagem pública positiva e o transformou em referência de empresário-filantropo.
Rotina do Famoso
Ratan era famoso por combinar a formação em arquitetura com um olhar prático para negócios: gostava de entender processos no chão de fábrica e costumava subir em operadores — literalmente — para ver como as coisas funcionavam. Apesar do poder, manteve hábitos relativamente discretos; passou boa parte da vida entre reuniões estratégicas, visitas a fábricas, encontros com líderes globais e supervisão de ações filantrópicas via Tata Trusts.
Nos anos finais, além da agenda empresarial, envolveu-se em iniciativas de caridade e era presença constante em eventos institucionais. Curiosidade moderna: mesmo sendo de uma geração mais velha, sua conta no Instagram ganhou milhões de seguidores, provando que o nome Tata virou assunto até nas timelines mais jovens.